Nove Passos para Acessar o Chakra do Coração

 
Com Elias Khadira

Primeiro Encontro – Casa 28 no Maha Lila – Introdução /Mahalila 

Segundo Encontro – Casa 29 no Maha Lila – Coerência com o Dharma

Terceiro Encontro – Casa 30 no Maha Lila – Uttam Gati – Sentir, Pensar, Expressar/ Boas Tendências

Quarto Encontro – Casa 31 no Maha Lila – Yaksha Loka – Perdão

Quinto Encontro – Casa 32 no Maha Lila – Maha Loka – Meditação do Atisha

Sexto Encontro – Casa 33 no Maha Lila – Ghanda Loka  – Gentileza

Sétimo Encontro – Casa 34 no Maha – Rasa Loka – Geometria Sagrada

Oitavo Encontro – Casa 35 no Maha Lila – Narkha Loka – Caridade e Prosperidade

Nono Encontro – Casa 36 no Maha Lila – Swatch – Clareza de Consciência

 

Pati Sirius … abundante como sempre!

Presentes que ganhei de um casal ímpar, desses que a gente guarda no ❤️Bia Adler e Kika ! Primeiro o Mantra “So Purkh” do qual me apaixonei… E depois esse tabuleiro de Maha Lila, lindíssimo, arte feita com todo amor que eles tem pra dar!!! Gratidão é pouco pra dizer o que sinto!!!

Tabuleiro Maha Lila em veludo! Disponível no Mercado Livre

A Casa 2 – Ilusão: Maya

Vejam o vídeo sobre a Casa 2 (Maya) do tabuleiro Maha Lila:

O texto que Vajra Kika leu foi o seguinte:

Casa 2 – Ilusão: maya
         Nada é como lhe parece.
         Maya é um palavra em Sânscrito que literalmente significa “aquilo que mede ou dá forma”. É a maneira como podemos observar o mundo por meio das representações e imagens em nossas mentes, as ilusões.
Mas o que se guarda na memória nunca é 100% fiel ao ocorrido.
A infinidade de imagens que se vê faz parecer que existem coisas independentes umas das outras. Mas nada existe em separado no Universo. Seu corpo, por exemplo, não sobrevive sem o ar ao seu redor, sem o sol que o aquece e nem mesmo sem as bactérias que o acompanham em simbiose. Enfim, você nem mesmo existiria sem todas as coisas que estão à sua volta e até dentro do seu corpo.
Confundir essas imagens mentais com o mundo real leva da ilusão à delusão (Casa 6), criando o Véu de Maya que ofusca a percepção da unidade cósmica. São como nuvens que impedem de se ver o sol por trás delas. As nuvens existem, mas quando se dissipam se pode ver que o sol sempre esteve lá (metáfora criada por Shankara, mestre hindu do séc. VII).
Surgem os pensamentos sobre o que sou eu e o outro, o que é meu e o que é dele – de onde brotam os diversos sentimentos negativos expressos nas casas seguintes da primeira estação.
O filósofo hindu/americano Ramakrisna Puligandla (séc. XX) diz que Maya é fruto da ignorância de que existe marcada diferença entre as aparências e o real.

É por isso que a maior serpente do tabuleiro, da Casa 63 (escuridão: tamas), trás de volta o Caminhante Lila para cá.
A solução é simples mas não é fácil, como dizia Nisargadatta Maharaj : consiste “apenas” em compreender a ilusão das imagens e da dualidade e não embarcar em delusão.